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Quais os riscos de comprar imóvel em leilão (e como reduzir)

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Desconto grande chama atenção, mas o bom negócio é o que continua bom depois de somar os riscos. Veja os principais e como se proteger.

Imóvel ocupado

O imóvel pode estar ocupado pelo antigo proprietário ou por terceiros. Quando é o caso, a desocupação costuma ser responsabilidade do comprador, por via judicial (ação de imissão na posse), o que leva tempo e custa dinheiro. O edital informa a situação de ocupação — leia com atenção e considere esse custo no seu cálculo.

Dívidas do imóvel

Condomínio e IPTU atrasados podem existir. O edital diz quem é responsável por quitá-los: às vezes a Caixa quita até a arrematação, às vezes a dívida é transferida ao comprador. Nunca presuma — confirme no edital e, se possível, peça ao condomínio uma declaração de débitos.

Estado de conservação

Imóveis de leilão são vendidos "no estado em que se encontram", sem garantia e, muitas vezes, sem visita interna. Reserve uma margem para reformas e visite a região, mesmo que só por fora.

Situação jurídica (matrícula)

Peça a matrícula atualizada no cartório de registro de imóveis e verifique ônus, penhoras e ações. Em caso de dúvida, vale consultar um advogado imobiliário antes de dar lance.

Como reduzir os riscos

O MapaLeilão tem ferramentas de checklist de risco e calculadora de viabilidade que ajudam exatamente nisso. Veja também o guia de custos além do lance.

Conteúdo informativo, não é consultoria jurídica. Confira sempre o edital oficial. MapaLeilão não é a Caixa.

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